"Ao Que Vai Nascer"
“Respostas virão do tempo, um rosto claro e sereno
me diz, e eu caminho com pedras na mão, na franja dos dias esqueço o que é
velho, o que é manco, e é como te encontrar, corro a te encontrar”.
(Milton Nascimento e Fernando Brant)
Durante mais de três
de décadas, trabalhadores e trabalhadoras, do campo e da cidade, a juventude,
as mulheres, negros e negras, LGBT´s, e todos os segmentos que lutam pela
liberdade e pela afirmação de direitos, escolheram o PT como sua principal
referência na luta política. Por quatro eleições consecutivas, o Brasil
escolheu o PT para governá-lo. Cada um e cada uma de nós escolheu um lado na
história, decidiu ser de esquerda e dedicar sua vida à militância no Partido
dos Trabalhadores. Ao longo de todo esse tempo, o PT também escolheu o Brasil e
o povo brasileiro.
Neste V Congresso a
militância nutria a expectativa de que as resoluções aprovadas representassem o
fortalecimento e o compromisso com nossas escolhas e as do povo brasileiro, não
foi o que vimos.
Em 1889, apesar das
evidências da extrema fragilidade do II Império, às vésperas da proclamação da
República, a nobreza realizou um grande baile na Ilha Fiscal (RJ). Para os que
participavam da festa, era como se nada estivesse ocorrendo. O V Congresso
do PT nos remete a este evento. Ainda que seja valoroso nos encontrarmos e
confraternizarmos como participantes de um mesmo projeto, diante da gravidade
da crise política em curso, nossas respostas foram insuficientes. O mais grave
nesta comparação, é que se lá, era a República que pedia passagem, hoje é o
autoritarismo que mais uma vez ganha contornos de apoio popular para
viabilizar-se como essência do projeto das elites. Se a nobreza, distante do
povo, não percebia o que ocorria ao seu redor, não podemos nós, oriundos da
luta popular, ignorarmos a realidade, como fez o setor hegemônico do PT ao
desconsiderar que os altos índices de rejeição ao governo e ao partido na
sociedade, exigiam a transformação do Congresso em um momento capaz de renovar
nossa ofensiva.
Diante do cerco de
direita e conservador, que possui viés político-jurídico-midiático, não estamos
autorizados à mera política de conciliação. Compreender que o fortalecimento
dos vínculos populares do nosso partido são essenciais para a superação da
crise em toda a sua extensão, inclusive em sua natureza institucional, é o
mínimo da capacidade que se exige dos dirigentes diante da situação atual. Em
toda esta realidade, o aspecto mais preocupante é a quebra da confiança popular
em nossa sigla, devendo ser nossa prioridade absoluta a reversão deste
quadro.
Com este foco a
militância petista e os lutadores de esquerda aguardavam com enorme expectativa
os resultados do V Congresso, instância máxima do Partido dos
Trabalhadores.
As resoluções aprovadas
revelam a equivocada decisão política de manter tudo como está, sem observar a
gravidade do distanciamento social em relação ao PT, resultado do ataque
incessante que sofremos, das dificuldades do atual período na economia e das
opções de gerenciamento destas pelo nosso governo, mas também de práticas que
ocuparam espaço em nossas hostes, e que são criticadas pela sociedade.
É evidente que são
necessárias medidas para a construção de iniciativas de combate às múltiplas
causas da crise e seus efeitos no governo, na sociedade e no PT. É evidente que
o V Congresso deveria ter ido mais pra esquerda.
Ao rejeitar todas as
emendas de cunho mais progressista, até mesmo as contribuições da Central Única
dos Trabalhadores (CUT), o recado dos setores que exercem a hegemonia na
direção petista é que bastam à si próprios. Com a lucidez de quem tem os pés no
chão e na luta, os sindicalistas alertaram que: “se hoje nosso inimigos estão tendo maior êxito em seus ataques, é
devido às dificuldades existentes em nossas próprias fileiras”, criticaram
o ajuste fiscal, assim como de maneira propositiva, apontaram a necessidade de
mudança de rumos.
Destacamos as
importantes propostas do Manifesto “Mudar o PT para Continuar Mudando o
Brasil”, que agregou a maioria da bancada federal - com parlamentares de
diferentes tendências -, teve ampla representação entre a delegação do
Congresso, e apontou a necessidade de mudanças imediatas na política econômica
do governo e no modelo de partido que temos, reforçando sua capacidade de
recuperar a iniciativa da agenda política e impulsionar um novo ciclo de lutas
por ideias progressistas e reformas estruturais do Estado. Desconsiderar as
propostas deste movimento de militantes petistas que, por serem parlamentares
federais, estão dedicados à resistência aos golpes cotidianos, revela a
burocratização e formalismo que permeiam nossa direção nacional.
É urgente para o PT
superar a pequenez política representada na pratica de fazer disputas mais
voltadas à formação de maioria interna do que referenciadas em uma análise real
da conjuntura e das tarefas estratégicas do partido. O incentivo à mera
polarização e luta interna nos remete ao imobilismo e, em alguns casos, ao
retrocesso em relação a bandeiras históricas do partido. De que adianta vencer
votações internas como campo majoritário, se o partido na base não é reforçado
com o exemplo dirigente de nossos quadros, e os militantes não percebem a
capacidade de mobilização e a confiança firme em suas direções?
Essa critica está
mais forte do que nunca no sentimento de quem quer ver o PT reagir renovando o
espírito de luta que sempre nos caracterizou. Foi por isso que, mesmo com uma
delegação de mais dois anos, eleita em um processo defasado, tivemos votações
expressivas que só foram possíveis a partir do estabelecimento de um bloco
unificado em torno dos anseios das bases que clamam por mudanças no partido.
É um erro dos que são
maioria no PT não apresentarem abertura para a construção de respostas
unitárias e significativas ao Partido e aos setores sociais que sempre nos
apoiaram. É um erro, agirem de forma refratária ao diálogo com um conjunto de
forças e militantes mais críticos, recusando todas as contribuições que não
foram compostas a partir de seu próprio interior.
O PT deve reafirmar
sua natureza de classe e sua opção pela superação de todas as injustiças,
discriminações e violações aos direitos humanos. O PT deve fomentar valores
democráticos, produzir alternativas exemplares de transparência e participação
de todos e todas que o integram nas decisões sobre seus rumos e no debate
consciente sobre as tarefas da esquerda no Brasil.
O PT deve estruturar
sua atuação para assegurar a implementação do programa vitorioso nas urnas em
2014, propondo ações capazes de vincular mais o governo aos anseios do povo brasileiro, recuperando a
sintonia com a base social que nos elegeu e isolando nossos adversários.
Devemos construir as
condições para disputarmos culturalmente a sociedade brasileira, em conjunto
com as forças de esquerda do Brasil, assegurando a hegemonia junto as mais
amplas parcelas da sociedade de um projeto humanista, libertário e democrático.
Para tal, é preciso que nos voltássemos ao partido, que não existe para os seus
interesses internos, mas para cumprir seus compromissos de classe e com a
superação de todas as formas de opressão, e deve ter como missão atuar como a
consciência crítica da democracia, indo além das suas bases formais e de sua
perspectiva burguesa, e se negando firmemente a aceitar os vícios e limites
desta, em seu seio.
Para buscar dar conta
destes desafios apresentamos, junto aos companheiros e companheiras de outras
tendências, emendas que defendiam: a auditoria da dívida pública; a alteração
dos rumos da política econômica; a construção de uma Frente Política e Social,
Democrática e Popular, ancorada em uma plataforma de radicalização da
democracia, e da igualdade, da universalização dos direitos e da luta por mais
e novos direitos; e a construção de um Código de Transparência do PT que
disponibilizasse pela internet todas as movimentações financeiras feitas pelo
PT.
Partindo da análise
da necessidade de conectarmos nosso programa político partidário aos desafios
do presente, nos somamos a posição de criação de uma Constituinte do PT que
permitisse um profundo processo de debate e formulação coletiva que realizasse
um balanço dos nossos 35 anos, e revisasse nossa organização interna.
Afim de que o PT
recuperasse a capacidade pública de assumir a bandeira da ética na política e
da luta contra corrupção, defendemos que fosse feito o debate sobre o
aprofundamento da decisão de recusar o financiamento empresarial da política
partidária, tema que foi remetido de volta para o Diretório Nacional. Por fim,
reafirmamos a posição presente em nossa tese que defendia a criação de um novo
processo de escolha das direções que fortalecesse a democracia interna, a
permeabilidade do partido, e combatesse a burocratização e centralização das
decisões.
Parte dessas emendas
foram rejeitadas, e outras sequer foram debatidas ou votadas no Congresso.
Infelizmente, após importante, ainda que insuficiente processo de mobilização
na base por meio das etapas livres, congressos municipais e estaduais, e das
discussões realizadas nos grupos durante a etapa nacional, saímos sem ter o que
dizer, enquanto partido, aos nossos militantes e à sociedade. O Congresso
poderia ter sido a oportunidade para que enfrentássemos as mazelas que se
instalaram em nossa vida interna, melhorássemos nossa capacidade de análise, e
contribuíssemos mais com nosso governo. Não o foi, mas nossas tarefas não se
encerram com ele.
Fizemos a opção clara
pelos nossos ideais e acendemos uma centelha que deve guiar nossas ações daqui
para frente. Diante da adversidade renovamos nosso espírito combativo. A luta
política em curso exige dos dirigentes, um espírito militante, e dos
militantes, capacidade dirigente, à esquerda e aos socialistas, cabe ocupar a
linha de frente contra a ofensiva conservadora que vocifera ódio de classe, e
aos direitos humanos, que busca retroagir nos direitos dos trabalhadores e
trabalhadoras e entregar o patrimônio brasileiro ao capital financeiro
internacional. As maiores tarefas dos nossos dias residem na defesa de
conquistas que são fruto de uma longa jornada de luta popular e democrática no Brasil,
e na construção de uma correlação de forças que permita a retomada do rumo dos
necessários avanços estruturantes.
Os signatários deste
balanço propositivo convidam cada militante do PT em todo Brasil a construírem
as mudanças necessárias na condução partidária para retomarmos, recuperarmos,
os vínculos do partido com sua própria história. Nesse sentido, buscaremos
atuar em prol do fortalecimento de um campo de esquerda, dentro e fora do PT,
que conjugue a defesa dos direitos trabalhistas, do emprego, e dos
investimentos em políticas sociais, à defesa dos Direitos Humanos, que
representam os valores de liberdade e justiça. Para tal, estamos dispostos a
aprofundar o debate com outras forças políticas do partido, visando a
construção de uma unidade entre aqueles que querem mudar o PT; de espaços
livres e abertos com o conjunto da militância e da sociedade; bem como nos
somar aos esforços da militância da Juventude do PT que busca estabelecer uma
organização de massas e politicamente autônoma.
"É preciso recuperar a parte perdida de nossa utopia,
revolucionando/renovando o PT”, como bem afirmou o
Presidente Lula. Tal como indicamos em nossa tese, o tempo não para, e somos
desafiados a seguir em frente pela nossa própria história. Temos exemplos de
sobra de que quando um partido de esquerda acomoda-se à ordem, desconecta-se de
suas bases, e perde sua vocação inquieta, crítica e transformadora, ele morre
como tal. Não podemos admitir que o PT seja, hoje, percebido ou reconhecido
como o partido da conservação do status quo. É necessário que revigoremos o
espírito de lutas da militância, reafirmando nosso compromisso histórico com o
projeto socialista, tomando as medidas necessárias para que nos reposicionemos
no cenário político, fortalecendo a ideia de que ainda somos a alternativa
concreta e possível de mudança.
Subscrevem este balanço os seguintes militantes do Movimento PT e do
Socialismo XXI:
Fátima Bezerra (RN) –
Senadora da República
Arlindo Chinaglia
(SP) – Deputado Federal e Ex-Presidente da Câmara dos Deputados
Chico D’Ângelo (RJ) –
Deputado Federal
Marco Maia (RS) –
Deputado Federal, Ex-Presidente da Câmara dos Deputados
Maria do Rosário (RS)
– Deputada Federal, Ex-Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direito
Humanos, e Membro do Diretório Nacional do PT
Fernando Ferro (PE) –
Deputado Federal entre 1995 e 2014
Altemir Tortelli (RS)
– Deputado Estadual e Vice-Presidente Estadual do PT
Frei Anastácio
Ribeiro (PB) – Deputado Estadual
Marcelino Galo (BA) –
Deputado Estadual
Nelsinho Metalúrgico
(RS) – Deputado Estadual
Aldacir Oliboni –
Ex-Deputado Estadual
Junior Souto (RN) - Ex-Deputado
Estadual
Vera Araújo (MT) –
Deputada estadual entre 2003 e 2006, e ex- Secretária Adjunta de Estado de
Educação e Direitos Humanos
Yulo Oiticica (BA) –
Deputado Estadual entre 1999 e 2014
Claudio Silva (RS) –
Prefeito de Parobé
Francisco de Assis
Medeiros (RN) - Prefeito de Parelhas
Gerson Nunes (RS) –
Prefeito de Canguçu
Gilmar Rinaldi (RS) –
Prefeito de Esteio
Jairo Jorge (RS) –
Prefeito de Canoas
Paulo Pólis (RS) –
Prefeito de Erechim
Giovane Wickert (RS)
– Vice-prefeito de Venâncio Aires
Alberto Kopittke (RS)
– Vereador de Porto Alegre
Carlinhos Fleck (RS)
– Vereador de São Leopoldo
Odon Junior (RN) -
Vice-presidente Estadual do PT e vereador de Currais Novos
Adriano Gadelha (RN) -
Primeiro Suplente de Deputado Federal
Marcos Daneluz (RS) –
Primeiro Suplente de Deputado Estadual/RS
Ademário Costa (BA) –
Coordenador Estadual do MPT
Alexandre Mayer (RS) –
Delegado ao V Congresso Nacional do PT
Aline Tortelli (RS) –
Delegado ao V Congresso Nacional do PT
Ana Torquato (BA) –
Membro do Diretório Estadual do PT e Presidenta do Diretório Municipal de Santa
Bárbara
Anderson Claudio de
Melo Machado (RO) - Membro do Diretório Estadual do PT/RO e Diretor Estadual de
Comunicação do Sindicato dos Professores de Instituições Privadas de Ensino
Superior
Beatriz Rebolho (RS) -
Delegado ao V Congresso Nacional do PT
Bethania Avelar (RO)
– Membro do Diretório Nacional do PT
Biel Rocha (MG) –
Secretario Adjunto de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e
Cidadania
Bira Rodrigues (PA) –
Suplente de Vereador em Belém e Coordenador Estadual do MPT
Bruno Monteiro (RS) –
Jornalista e Militante de Direitos Humanos
Camila Vieira (BA) –
Secretária de Movimentos Populares do Diretório Municipal do PT de Salvador
Cícero Balestro (RS)
– Secretário Estadual de Formação do PT
Cristian Santos (RS)
– Membro do Diretório Estadual do PT
Danyelle Guedes (RN)
– Coordenadora Estadual da Juventude do MPT
Edmundo Aguiar (RJ) –
Ex-reitor do Instituto Federal do Rio de Janeiro
Ednaldo Martins (SE)
– Dirigente Sindical da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos
Estados
Elen Coutinho (BA) –
Secretária Estadual de Formação Política do PT
Eliezer Pacheco (RS)
– Secretário de Educação da Prefeitura de Canoas
Fátima Beatriz Maria
(RS) – Membro da Executiva Nacional da Secretaria de Mulheres do PT
Fátima Cardoso (RN) -
Coordenadora Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação
Fernando Menezes (RS)
– Candidato a Deputado Estadual em 2014
Francisco Augusto
(AC) – Setorial de Cultura e Combate ao Racismo do PT
Gisele Silva (SP) –
Membro do Diretório Estadual de São Paulo
Helder Lopes (PE) –
Coordenador Estadual da Juventude do MPT
Iradi Britto (RS) -
Delegado ao V Congresso Nacional do PT
Jackson Raymundo (RS)
– Secretário Estadual de Cultura do PT
Jéssica Sinai (BA) –
Vice-presidenta do PT de Salvador
João Alves (MG) – Ex-coordenador
Nacional da Juventude do MPT
Jorge Branco (RS) –
Membro do Diretório Nacional
José Eduardo Silva (RN)
- Tesoureiro Estadual do PT
José Ferreira Neto
(AC) – Executiva Estadual do PT
José Sóter (DF) –
Coordenador do MPT
Josiane Bezerra (RN) -
Secretaria de Assuntos Institucionais do PT
Juliana Collares (RS)
- Delegado ao V Congresso Nacional do PT
Leila Regina Borges
(MG) – Membro do Diretório Municipal do PT de Betim e Militante do Movimento
LGBT
Luciano Luz De Lima (RS)
– Presidente do PT de Pelotas
Ludmila Queiroz (RJ)
– Integrante da Direção Nacional da Juventude do PT
Luis Volnei Da Silva
(Zoca) (RS) – Chefe de Gabinete do Deputado Marco Maia
Magda Miramar (RS) -
Delegado ao V Congresso Nacional do PT
Marcelo Mingueli (SC) –
Ex-Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia
Marcelo Mizael (SP) –
Integrante do Diretório Estadual do PT
Marcelo Nascimento
(SP) – Coordenador Nacional da Política de Fortalecimento dos Conselhos
Maria Eunice Wolf (RS)
– Membro do Diretório Estadual do PT
Maria Eva (PB) –
Delegada ao V Congresso
Maria José Barbosa
(AC) – Delegada ao V Congresso
Matheus Peixoto (RN)
– Coordenador do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do
Rio Grande do Norte
Michele Sandri (RS) -
Delegado ao V Congresso Nacional do PT
Murilo Amatneeks (RS)
– Secretário Estadual de Organização do PT
Nino (PB) –
Coordenador Estadual do MPT
Olavo Ataíde (RN) -
Coordenador Estadual do MPT
Paula Nunes (SP) –
Integrante da Executiva Estadual do PT
Petronildo Lopes (AC)
– Coordenador Estadual do MPT
Raimundo Alves (RN) –
Membro da Coordenação Nacional do MPT
Renata Batista (RJ) –
Delegada ao V Congresso
Rithiane Barbosa (RJ)
– Diretora de Mulheres da União Estadual de Estudantes Secundaristas
Rodrigo Bico (RN) -
Secretário de Estado de Cultura
Rodrigo Oliveira (RS)
– Presidente do Diretório Municipal de Porto Alegre
Rossana Prux (RS) –
Presidenta do Conselho Estadual de Juventude
Ruscelino Araújo (AC)
– Setorial de Meio Ambiente do PT
Shirley Maria da
Silva (AC) – Secretária de Estado de Esporte
Silvania Oliveira
(AC) – Setorial de Mulheres do PT
Simone Mirapalhete (RS)
– Membro da Executiva Municipal do PT de Porto Alegre
Socorro Batista -
Secretária Estadual Adjunta de Educação do Rio Grande do Norte
Tássia Rabelo (RJ) –
Coordenadora de Direitos Humanos da Executiva Nacional da Juventude do PT
Teresa Frizera (ES) – Militante
do Movimento Sindical
Thawana Alexandrino
Lopes (AC) – Coordenadora Estadual da Juventude do MPT
Vilson Oliveira (SP)
– Secretário Geral do PT de São Paulo e Membro do Diretório Nacional do PT
Vinicius Cornelli (RS)
– Vereador de Cachoeira do Sul/RS
Zeca Wigineski (PR) –
Membro da Executiva Estadual do PT
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